Como deve ser a Black Friday 2017 e o que aprender para 2018

Segundo pesquisa do Google Brasil, 68% dos entrevistados pretende comprar algo em 2017.

Como deve ser a Black Friday 2017 e o que aprender para 2018

A Black Friday 2017 está se aproximando e uma boa parte da população já está de antenas ligadas para as promoções que devem vir por aí. A data, que já é sucesso há uns bons anos, veio dos Estados Unidos, mas o comprador brasileiro já apresenta seus hábitos de consumo bem marcantes e definidos.

E é aquela já famosa frase nos últimos tempos, “apesar da crise”, a Ebit, empresa que acompanha dados sobre o comércio eletrônico nacional, prevê um crescimento de 15% em relação a 2016. Ainda segundo dados da empresa, 81% de seus entrevistados planejam comprar na data, sendo que 41% desse total já deve aproveitar para antecipar as compras de Natal.

Mas então, o que esperar da Black Friday 2017 com base no ano passado?

O evento já se tornou tão importante para o comércio anual que tem ganhado algumas pesquisas bem focadas. O Google Brasil lançou há alguns meses o estudo Thank God it’s Black Friday 2017, com algumas perspectivas para o que deve rolar esse ano. Alguns dos pontos principais:

  • se antes a Black Friday era comparada com uma maratona, agora ela é considerada como uma escalada, e o evento é o Everest das buscas relacionadas às compras.
  • é fato que a data já está no senso comum do consumidor brasileiro, tanto que 71% já comprou alguma vez.
  • 68% dos pesquisados pretende comprar algo em 2017 (em 2016 esse número era de 61%).
  • alguns dos itens mais pesquisados na Black Friday (além dos eletrônicos, que sempre lideram): 213% Chromecast, 213% cápsula de café, 183% colchão, 183% fralda, 166% whisky, 159% powerbank, 155% pneu, 106% carrinho de bebê, 105% moto, 97% passagem aérea (a porcentagem é em relação à média das outras sextas-feiras).
  • em 2016, 38% comprou assim que a sexta-feira começou; 28% comprou no meio do dia; 12% comprou no final da sexta-feira.
  • preço é essencial, mas 51% das decisões estão atreladas a confiança e experiência.
  • seguido do preço do produto (49%) está a confiança na loja (27%), confiança na marca (13%) e o valor do frete (5%).
  • 2/3 das compras são feitas nas mesmas lojas que os entrevistados compram regularmente.
  • as vendas aumentam cerca de 3.5 vezes mais nas lojas físicas.
  • foram identificados 5 tipos de comprador: descrentes (16%), inseguros (22%), participativos (22%), empolgados (22%) e apaixonados (18%).

E o que diz a voz das redes sociais?

As informações acima foram coletadas em uma pesquisa com brasileiros entre as classes A e C, mas também é curioso observar os dados mais orgânicos que vêm das redes sociais. A Scup reuniu alguns fatos observados durante os meses de setembro e outubro, em meio a 19 mil menções relacionadas à Black Friday no Twitter.

A maior parte dos tweets foi classificado como comentários neutros (54%) e positivos (26%), embora o termo “black fraude” tenha aparecido com uma certa frequência, em referência às más práticas de algumas lojas.

Um fato curioso é que os produtos mais citados são um pouco diferentes do que as buscas que aparecem na pesquisa do Google. No Twitter, os termos mais mencionados foram livros, telefonia, notebooks e PCs, games, moda e brinquedos.

Aqui neste link você pode conferir a pesquisa completa da Scup, dá uma olhada!

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E por aí, o que você está planejando comprar na Black Friday 2017? Você também vai aproveitar para antecipar as compras de Natal? Depois conta pra gente quais promoções especiais você encontrou esse ano!