9 dicas para economizar mais e gastar menos em bobagens

O primeiro passo é ter um objetivo claro para o futuro. Depois disso é só começar a mudar seus hábitos!

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São poucas as pessoas com uma consciência financeira nata. Isso porque, como tudo na vida, é difícil encontrar o equilíbrio quando o assunto é dinheiro no bolso. Há quem esbanje demais, mas também há quem deixe de viver com certos confortos só para economizar. No post de hoje decidimos dar algumas dicas para economizar mais no dia a dia, mas já avisamos: só depende de você e do seu estilo de vida!

Para algumas pessoas, as ideias que vamos dar a seguir podem parecer simples e para outros a ideia de ficar sem cartão de crédito pode parecer desesperadora. Como todo novo hábito que você deseja adquirir, economizar envolve persistir e ficar alerta para todas as tentações ao seu redor.

Mas vamos logo ao que interessa, começando por um ponto essencial:

1. Tenha objetivos e delimite metas

Todos temos sonhos e vontades, mas você realmente traçou algum objetivo e um prazo para realizá-los? Se a sua resposta foi não, a notícia é que você deve pensar nisso o mais breve possível! Afinal, se você não tiver uma motivação é muito provável que você não se convença a não gastar seu dinheiro.

Com metas definidas, você vai perceber que suas prioridades começarão a mudar. Cada valor desnecessário que você gastar te deixará um passo mais distante de realizar o seu sonho. No começo pode parecer conflitante, mas aos poucos vai ficar automático pensar que você pode economizar no almoço diário para fazer aquela viagem de férias que você tanto deseja.

Ah, é importante delinear bem os seus objetivos. Por exemplo: você quer visitar Nova York, durante 10 dias, daqui a 8 meses e, para isso, tem que juntar R$ 10 mil. A partir daí você precisa encontrar meios de fazer a magia acontecer, mas ter o cenário bem desenhado é o primeiro passo.

2. Antes de comprar, questione se você realmente precisa

Esse é um dos pontos mais importantes e um dos que parecem mais fáceis de fazer. Mas, na prática, quando você está com o cartão de crédito na mão em frente a uma liquidação na loja de roupas que você mais ama, é bem provável que você se esqueça disso.

Quando alguém me pergunta como eu consigo viajar ou ir naquele show que tinha um ingresso salgado, eu sempre digo: prioridades, cada um com as suas. Antes de fazer a viagem dos meus sonhos para o Reino Unido eu fiquei 10 meses sem comprar uma só peça de roupa, sendo que eu sempre gostei de me vestir bem e com peças da moda.

Faça esse exercício sempre: pode até ser que a blusinha linda da promoção esteja custando apenas R$ 30, mas você precisa mesmo dela ou só quer levar porque está barata? Nem precisamos discutir aqui o quanto somos vítimas do consumismo. Comprar nos faz sentir bem, sim, mas conquistar algo grandioso com o seu esforço é ainda mais satisfatório.

3. Evite o cartão de crédito

Eu sei, estamos em 2018 e até mesmo por motivos de segurança raramente andamos com dinheiro vivo. Porém, o cartão de crédito é um dos maiores vilões do orçamento, ainda mais para quem deseja economizar.

Não vou dizer para você esquecer por completo o cartão, mas tente diminuir o uso dele aos poucos. Ao menos três vezes por semana tente sair de casa sem ele. Uma boa forma de fazer isso é tendo um cartão apenas de débito, de preferência sem limite de cheque especial, que é outra bola de neve que nem queremos passar perto.

Delimite seus gastos no crédito a apenas 1/4 do seu limite. Os bancos sempre dão uma margem nada saudável, não caia nesse conto de fadas.

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4. Pegue em dinheiro a maior parte do seu salário

Eu sei, isso também pode parecer muito ultrapassado, mas comigo funcionou muito! Eu trabalhava para uma empresa que me pagava em dinheiro vivo, não sei bem o porquê, mas foi a partir daí que comecei a enxergar o dinheiro com outros olhos. Quando o valor simplesmente cai na sua conta automaticamente, são apenas números. Quando você tem um bolo de cédulas na sua mão, você consegue ver ali o valor financeiro do seu trabalho.

Eu ficava feito criança contando e recontando minhas notas no início do mês, e foi ali que eu decidi que queria ver aquele monte se multiplicar e não apenas diminuir. Eu tinha pena de tirar notas e só o fazia quando realmente precisava. Claro, de tempos em tempos eu depositava uma quantia na minha poupança, porque não é seguro ficar guardando dinheiro embaixo do colchão, tenho consciência disso.

Eu sou uma pessoa cada vez mais desapegada com bens e valores, mas se você quer dinheiro, seja lá para qual fim, você precisa pensar nele. É aquela história de lei da atração, sabe? Você não pode acreditar cegamente nisso, porque é óbvio que não vai cair dinheiro do céu só porque você pensa em dinheiro o dia todo, mas se você quer que algo mude, algo em você precisa mudar.

5. Anote as suas despesas

Faça o exercício de anotar todos, isso mesmo, TODOS os seus gastos. Tente isso por pelo menos 15 dias. Você vai se assustar com a quantidade de bobagens que você gasta.

Pense bem: se o café da máquina do escritório custa R$ 2 por dia, já são pelo menos R$ 40 por mês, um total de R$ 480 por ano. Será que vale mesmo a pena gastar tudo isso em um café de máquina que nem é tão saboroso assim?

Não que você precise parar de tomar o café, mas que tal pelo menos diminuir pela metade? Depois de um mês analisando seus gastos, é bem provável que você queira reestruturar suas prioridades.

6. Evite passar por lugares tentadores

Sou super a favor de nos presentearmos depois de um mês árduo de trabalho. Mas, quando queremos economizar por um bem maior, até mesmo esses presentinhos pessoais devem ser repensados.

Uma coisa é você se dar um jantar maravilhoso uma ou duas vezes no mês. Outra coisa é você passar por aquela confeitaria caríssima todos os dias depois do expediente simplesmente porque você merece uma fatia de torta de blueberry. Quem sou eu pra dizer que você não merece? O problema é que com a torta tem um cafezinho e também uma água, e quando você percebe já se foram R$ 30 em um prazer totalmente impulsivo e momentâneo.

Portanto, evite passar por lugares tentadores. Essa prática é difícil, eu sei, e o lema aqui é “um dia após o outro”. Força!

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7. Planeje o seu dia a dia

Você já reparou que grande parte dos nossos gastos diários acontecem por falta de planejamento e organização? Por exemplo, se você não tem o hábito de cozinhar seu próprio almoço, obviamente você terá de ir a algum restaurante ou pedir um delivery no escritório. Lá se foi a quantia que certamente você poderia gastar para cozinhar pelo menos três refeições ao invés de apenas uma.

Desde a faculdade eu tento ter esse controle. Enquanto meus colegas gastavam absurdos com lanches superfaturados, eu me alimentava muito melhor e gastava bem menos ao levar minha maçã e meu sanduíche de casa.

8. Depois de pagar as contas, guarde todo o dinheiro restante

Sim, isso mesmo. Todo o dinheiro. Eu fazia isso quando era estagiária e tinha um salário superpequeno e dava certo! Depois de ver meus gastos fixos do mês, eu pegava tudo o que me sobrava e colocava na poupança. Claro, minha poupança era flexível, então sempre que eu precisasse eu poderia sacar o valor sem custo algum.

Mas o ponto aqui é justamente a sensação de guardar. Se me sobrava R$ 300 e eu guardava tudo, eu pensava muitas e muitas vezes antes de gastar meros R$ 25. No fim, se não fosse algo que eu realmente precisasse, eu acabva deixando de lado e preferia não tocar no dinheiro que estava preservado.

9. Assim que tiver uma pequena quantia acumulada, invista!

Por último, depois de conseguir finalmente guardar algumas centenas de reais, comece a investir. No Brasil, pelo menos nos últimos anos, não tem valido a pena deixar dinheiro na poupança, uma vez que a inflação é maior que os juros, então você acaba perdendo dinheiro.

Procure por formas de aplicar seu dinheiro, mesmo que seja a curto prazo. Acredite: dá uma emoção ver seu dinheiro aumentando, nem que sejam, sei lá, R$ 2 por dia, e você fica com mais vontade ainda de economizar.

E então, você já coloca alguma dessas dicas em prática? Selecione pelo menos três dessas ideias para começar. Depois de iniciar a mudança nos seus hábitos diários, as demais práticas certamente começarão a fluir naturalmente.

 

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