5 sinais de que você está à beira da fadiga

As mudanças de comportamento no trabalho deixam visíveis seu nível de estresse mental.

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Nós estamos doentes! Pode parecer um pouco assustador ler esta frase, mas a vida moderna nos faz viver em constante estresse e cansaço. Esses sintomas, mal administrados, podem levar a um esgotamento do organismo que compromete nosso desempenho em atividades do dia a dia. Se você está com dificuldades de lidar com tarefas que sempre deu conta, fique de olho, pode ser a exaustão física e mental, ou seja, fadiga.

Segundo especialistas, quando a pessoa está à beira da fadiga é possível identificar algumas mudanças de comportamento no trabalho:

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1 – Piora nos hábitos alimentares

O apetite pode ser afetado pela ansiedade causada pela pressão no trabalho, com isso, você tende a descontar na comida durante e após o expediente, consumindo alimentos mais gordurosos e condimentados para compensar o emocional.

Você já ouviu falar no termo confort food? Em geral, é aquele alimento que remete à alguma lembrança boa, algo que a gente come e parece que abraça o coração. Mas por outro lado, também pode ser o vilão da história, já que por muitas vezes optamos por alimentos totalmente industrializados que podem viciar e prejudicar a saúde.

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2 – Trabalha mas não produz

Procrastinação. A fadiga está relacionada ao adiamento de tarefas e prazos atrasados. “A produtividade da pessoa cai, mesmo com ela presente no ambiente de trabalho”, ressalta o médico Marcelo Dratcu, especialista em clínica médica e medicina preventiva.

Esta dispersão emocional raramente faz com que o colaborador falte na empresa e isso dificulta muito o diagnóstico, porém, diante da própria ineficiência, a pessoa começa a se sentir ainda pior e mais esgotada mentalmente.

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3 – Mal chega  já quer ir embora

Gostava tanto do trabalho mas acabou a motivação? A perda de prazer pela rotina no trabalho compromete muito a produtividade porque esgota a energia para levar seus projetos adiante. Isso também é um sinal de estafa!

Além da falta de estímulo próprio, os profissionais à beira da fadiga podem se tornar mais agressivos, reagindo de maneira ríspida e impaciente, prejudicando o ambiente de trabalho e a relação com os colegas.

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4 – Noites mal dormidas

Quando está no trabalho não produz e quando está em casa não para de pensar no trabalho. Os distúrbios do sono têm aumentado entre os profissionais que não estão dando conta das tarefas atribuídas, isso significa que você dorme mas não descansa. A dificuldade de ter um sono reparador e levar excesso de trabalho “para a cama” são alguns dos primeiros sinais de esgotamento. Fonte.

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5 – Memória falhando

Quando fazemos exercícios físicos em excesso ficamos exaustos, o mesmo acontece com o cérebro quando há excesso de atividades intelectuais e pressão por raciocínios complexos. O esgotamento mental traz dificuldades cognitivas e você encontra problemas de se comunicar, se concentrar e se lembrar dos compromissos. Fonte.

“O problema acontece quando você – workaholic ou não – exige demais de si mesmo no trabalho, a ponto de o cérebro apresentar sintomas de que não aguenta mais.”, afirma o neurocirurgião Fernando Gomes Pinto, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

E o que fazer nestas situações ocasionadas pela fadiga?

O primeiro passo é identificar os fatores e planejar o que você pode fazer para combatê-los. Veja o que é possível mudar na sua rotina de trabalho para que não tenha sobrecarga de tarefas. A alimentação e o sono são muito importantes para não deixar o organismo ter uma baixa na imunidade. Já mostramos aqui e aqui algumas dicas de como se alimentar melhor no trabalho e aqui de como dar mais atenção à qualidade do sono.

Outra dica é encontrar um esporte que se identifique, pois as atividades físicas liberam endorfina e dão sensação de prazer. Faça desta atividade um compromisso em dias específicos da semana.

Em alguns casos, pode ser necessário buscar a ajuda de um profissional. “Dependendo do grau de esgotamento, psicoterapia, coaching e até tratamento medicamentoso podem ser alternativas válidas para se recuperar”, diz Ana Merzel, psicóloga do Hospital Albert Einstein.

E sua disposição, como está? Me conte nos comentários e até a próxima!

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